Tem água Crystal em casa? Veja o que fazer após recolhimento de lote por presença de bactéria

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Água mineral Crystal Divulgação/Anvisa A Mineração Bom Jesus (MBJ), empresa do Sistema Coca-Cola, afirmou em nota que consumidores devem entrar em contato com o atendimento ao cliente para obter informações sobre reembolso ou ressarcimento de garrafas pertencentes ao lote de água mineral Crystal sem gás que teve recolhimento anunciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (3). A medida foi tomada após identificação de bactéria em amostras. "Consumidores que eventualmente possuam unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para orientações sobre substituição ou reembolso. SAC: 📞 0800 061 5000 ✉️ contato@brasal.com.br", informou a empresa. Como identificar o lote? O nome do lote é P 200126. Na embalagem vai aparecer: LZ1 VAL 200127 3 P 200126 A validade deste lote alvo da medida é 20/01/2027. Em quais cidades o lote foi comercializado? A empresa afirma que o lote teve "distribuição restrita" Distrito Federal, Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e São Paulo (Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí). Recolhimento anunciado pela Anvisa O recolhimento foi anunciado pela Anvisa no Diário Oficial da União. Segundo a agência, o lote afetado tem 374,4 mil garrafas de 500 mililitros. A contaminação foi descoberta após uma coleta de rotina realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF). O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto. O resultado foi posteriormente confirmado por uma análise de contraprova, procedimento previsto nas normas do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Com a confirmação, a vigilância sanitária interditou o lote e comunicou o caso à Anvisa. Além do recolhimento, a agência suspendeu a comercialização, a distribuição e o uso das unidades afetadas. A medida vale exclusivamente para o lote identificado na resolução publicada no Diário Oficial da União. A fabricante informou à Anvisa que iniciou imediatamente o recolhimento junto às distribuidoras e estima que cerca de 99,2% das unidades já não estejam mais disponíveis para venda. A empresa também afirmou não ter recebido, até o momento, reclamações de consumidores relacionadas ao lote. Em nota divulgada pela agência, a Mineração Bom Jesus informou que abriu uma investigação interna para apurar as causas da ocorrência e que vem colaborando com as autoridades sanitárias. Segundo a Anvisa, as evidências disponíveis até agora indicam que o problema está restrito ao lote recolhido, mas as investigações continuam em andamento.