Quando a Justiça decide perdoar

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O reconhecimento do perdão judicial em favor de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi alvo de duras críticas, aqui resumidas: Monique sabia das agressões sofridas pelo filho e deixou de agir para impedi-las, de modo que sua omissão seria grave demais para justificar qualquer perdão estatal (como argumentou Fernando Schüler, no jornal O Estado de S. Paulo); a de que a sentença ampliou indevidamente o alcance do instituto, aplicando-o a uma situação para a qual não foi concebido (como escreveu Mariliz Pereira Jorge, nesta Folha); e a de que a decisão representaria um caso de ativismo judicial por incorporar considerações ideológicas à fundamentação jurídica (crítica feita por ambos e por Lygia Maria, também na Folha). Leia mais (06/11/2026 - 22h00)