A alegria trágica das ruas
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As redes mostraram: em meio ao quase colapso total da infraestrutura civil de Cuba, Chico Buarque, que tinha ido fazer uma gravação, despediu-se num passeio frente ao mar. Dele se aproximou um grupo afro-cubano, desses que povoam as ruas de Havana com instrumentos musicais às mãos. Abraçaram-no efusivamente, pediram que cantasse. Chico soltou a voz em espanhol, acompanhado por eles ao violão e maracas. E de repente parecia que o instante alegre resgatava a nação cubana do infame bloqueio que lhe cerceia há décadas acesso a recursos energéticos, alimentos, vida normal, enfim.
Leia mais (04/25/2026 - 15h00)